Fátima e Caatiba comemoram emancipação

 Dois municípios baianos comemoram, nesta segunda feira, dia 1 de abril, emancipação política e administrativa. O primeiro deles é Caatiba que completa 52 anos de autonomia municipal. O segunda, Fátima comemora 28 anos de emancipação. 

Localizado na região sudoeste do estado, Caatiba tem em seu território uma área de 697 quilômetros quadrados, limitando-se com Planalto, Nova Canaã, Barra do Choça, Itapetinga, Itanhém e Itororó. O município encontra-se numa altitude de 378 metros. Em 1950 a localidade chamava-se Vila de Caatiba, que significa Mata grossa, e pertencia ao município de Vitória da Conquista. Em 1º de abril de 1961, deu-se a emancipação, através da Lei nº1.401, passando a se chamar Caatiba. A principal atividade econômica é a pecuária, sendo um dos maiores produtores do sudoeste, merecendo também destaque a agricultura, com os cultivos de banana, cacau, café, mandioca, feijão e milho. A cidade é composta de três bairros: Loteamento Panorama, Bela Vista e Loteamento Cidade Nova, e possui um distrito, Icaraí do Ranulpho. Tipo climático: sub úmido a seco tendo diversos rios em sua área (Rio Colônia, Rio Catolé Grande, Rio da Lapinha Grande, Rio Acará e Rio de São José). 
 
Antes, Fátima era uma pequena localidade (Monte Alverne), que estava sob a administração de Cícero Dantas. Com seu desenvolvimento, emancipou-se recebendo o nome de Fátima. Município criado com território desmembrado de Cícero Dantas, por força de Lei Estadual de 01/04/1985. Desbravadores avançarem na caatinga inóspita rumo ao sertão da Bahia, deram origem ao município de Fátima, ainda em fase embrionária. Graças ao percurso de boiadeiros, tropeiros e transeuntes surgiu a Estrada Real, que começava em Bom Conselho, passava pelo tanque do Sítio, localizado em Fátima, depois por Adustina, Paripiranga, terminando no Estado de Sergipe. Nessa época, muitas casas foram construídas para facilitar o percurso dos donos de tropas, que precisavam proteger seus familiares dos ataques de bandidos. Nos anos 20, com o território bem mais ocupado, o fluxo de pessoas que transitavam pela Estrada Real era grande, já existindo alguns domicílios. Começa então a história de um município que recebe de braços abertos todos que lhe visita.
 

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