Barra da Estiva e Itarantim festejam emancipação

 Neste sábado, dia 15 de junho, dois municípios baianos comemoram suas emancipações políticas. São as cidades de Barra da Estiva que comemora seus 86 anos e Itarantim com seus 67 anos. Situado na região Sudoeste da Bahia, na Chapada Diamantina, está Barra da Estiva. O aconchego da cidade, a hospitalidade do povo e o friozinho típico da região encantam a todos que visitam o lugar.

Pode-se perceber através das cachoeiras, pastagens, morros, rios, Barra da Estiva parece ser mesmo uma terra abençoada. Antes denominada Vila de Triunfo do Sincorá foi desmembrada da região de Mucugê, a economia do município gira em torno da produção de café, que é considerado o “ouro-verde” da região. Principal atividade econômica local, o café é de grande importância para o desenvolvimento da cidade, estendendo-se por mais de 10 mil hectares, fazendo de Barra da Estiva um dos maiores produtores de café da Bahia.

O clima semi-árido e sub-úmido possibilitam também a maravilhosa produção de flores, como copo-de-leite, palma-de-Santa-Rita, rosas, entre outras espécies. A fruticultura, apicultura e horticultura também fazem parte do cenário do agronegócio municipal. E começando a pecuária de leite.

Outra cidade aniversariante é Itarantim. A cidade está localizada no sul do estado, no baixo vale do rio Jequitinhonha. É limitado ao norte pelos municípios de Itapetinga e Pau Brasil, a oeste por Maiquinique e Macarani, a leste por Potiraguá e Itapebi, e ao sul por Itagimirim e pelo estado de Minas Gerais (municípios de Salto da Divisa e Jordânia). A sede municipal, a 259 m de altitude.

Foi desmembrado do município de Macarani, em 1961. A localidade tem vários rios e córregos (Rio Jequitinhonha e Rio Pardo) além de serras: Três Pontas, Serra do Palmeira, Serra do Jundiá, Serra do Pau Sangue, Serra do Córrego de Água, entre muitas outras. O município chamava-se Nova Esperança, logo após receber o nome de Acabajá e finalmente Itarantim, que se origina na pedra de três pontas existente na cidade (ita-pedra, rantim-diadema, diadema de pedra), nome que vem do vocábulo tupi e significa “pedra de três pontas”. A cidade é muito visitada pelos amantes da natureza que desfruta da beleza natural de seus rios, serras e córregos.

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